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Após um mês dos atos antidemocráticos em Brasília, cinco políticos paraibanos seguem sob investigação

Nesta quarta-feira (8), completa um mês desde os ataques praticados por bolsonaristas radicais nas sedes dos Três Poderes, em Brasília. Até o momento, cinco políticos paraibanos são investigados por suspeita de apoiarem a invasão do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF).

O deputado estadual Wallber Virgolino (PL), o deputado federal Cabo Gilberto (PL), a vereadora de João Pessoa Eliza Virgínia (PP), o radialista e ex-candidato ao Governo do Estado Nilvan Ferreira (PL) e a jornalista e suplente de deputada federal Pâmela Bório (PSC) são investigados por incitação aos ataques ocorridos em 8 de janeiro.

Dentre esses, a ex-primeira dama da Paraíba e suplente de deputado federal, Pâmela Bório, é investigada por ter participação ativa nos atos golpistas em Brasília.

Na semana passada, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, deu prazo de 15 dias para a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestar sobre a notícia-crime contra parlamentares e comunicadores da Paraíba. A ação partiu do PSOL.

O advogado do PSOL-PB, Olímpio Rocha, afirmou que “a expectativa agora é de que a PGR peça o indiciamento dessas figuras públicas e que o STF determine, no mínimo, que se abstenham de publicar qualquer nova incitação ao terrorismo, sob pena de prisão imediata”.

Blog do Alisson Nascimento

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