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A estratégia da oposição para tentar ditar ritmo mais lento da PEC do fim da escala 6×1

Preocupada com os eventuais efeitos da possível aprovação da PEC do fim da escala 6×1 na corrida presidencial, a oposição definiu uma estratégia para tentar ditar um ritmo mais lento para a tramitação da proposta.

Como a medida é apontada como uma prioridade do governo Lula, há o temor de que seu avanço contribua para um descolamento do petista em relação aos seus adversários, especialmente do senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato do PL à presidência da República.

Os opositores do atual governo devem tentar emplacar uma compensação para os empresários, o que deve provocar embates dentro da comissão especial, próxima etapa da tramitação da proposição.

O grupo também quer esticar ao máximo o debate na comissão especial, buscando alcançar o prazo máximo de 40 sessões para a apreciação do tema no colegiado.

Esse plano, porém, tem poucas chances de prosperar, já que não combinaram com o presidente da Câmara, Hugo Motta, que já vem acenando para uma tramitação mais rápida. O paraibano quer concluir a aprovação em plenário até o fim de maio.

Com Veja

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