Com o fim das convenções partidárias, período em que legendas homologam candidaturas ou oficializam formação de coligações, e que encerraram ontem (05/08), a partir de agora, o processo eleitoral entra em uma nova fase, cada vez mais próxima da reta final: o registro das candidaturas, seguido do início da campanha eleitoral.
Registro de candidaturas
Mesmo com a aprovação dentro do partido, a oficialização das candidaturas ainda não chegou no último passo burocrático. As siglas têm até as 19h do dia 15 de agosto para registrar os nomes das chapas na Justiça Eleitoral. A inscrição vale também para federações (união entre dois ou mais partidos como uma única legenda durante pelo menos 4 anos) e coligações (alianças locais e temporárias para o período da campanha e os cargos de prefeito, governador, senador e presidente).
O processo de pedir um registro de candidatura ocorre digitalmente e devem ser registrados no Tribunal Regional Eleitoral (TRE).
Propaganda eleitoral
A campanha eleitoral começa, oficialmente, em 16 de agosto, um dia após o término do prazo para o registro oficial. A partir dessa data, a propaganda eleitoral fica liberada nas ruas e na internet. As peças podem apresentar propostas, mensagens, realizações e trajetórias dos candidatos.
Pedidos de voto feitos antes dessa data são considerados propaganda irregular e podem gerar multas.
Já a propaganda eleitoral no rádio e na TV começa em 28 de agosto, 35 dias antes da antevéspera da eleição e vai até o dia 1º de outubro.
De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para o cálculo do tempo de propaganda eleitoral gratuita, a Corte considerou 510 deputados federais eleitos. Nesse cenário, a Federação União Progressista terá a maior fatia do tempo de rádio e televisão (1min54,7s), com uma bancada de 104 deputados.
Na sequência aparecem o Partido Liberal (PL), com 98 deputados federais e o tempo de 1min48,4s, seguido pela Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV), com 81. Também figuram entre as maiores representações o PSD, com 42 deputados, e MDB e Republicanos, ambos com 41 parlamentares.
Também entram na divisão do tempo o Podemos (20 deputados), a Federação PSDB-Cidadania (18), PDT (16), PSB (15), Federação PSOL-Rede (15), Federação Renovação Solidária (12) e Avante (7).
Candidatos ao Governo da Paraíba – por ordem alfabética
- Camilo Duarte e Marcos José (PCO)
- Cícero Lucena e Diogo Cunha Lima (MDB)
- Efraim Filho e Nayanna Pontes (PL)
- Lucas Ribeiro – vice a definir (PP)
- Pedro Coutinho e Lenilda Pereira (DC)
- Yuri Ezequiel e Carminha Lourenço (UP)
Candidatos ao Senado Federal – por ordem alfabética
- Adriano Trajano (PCO)
- André Gadelha (MDB)
- João Azevedo (PSB)
- João Batista (UP)
- Major Fábio (Novo)
- Marcelo Queiroga (PL)
- Nabor Wanderley (Republicanos)
- Rinaldo Júnior (DC)
- Rosilene Santana (UP)
- Veneziano Vital (MDB)





