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EUA consideram impor Lei Magnitsky contra Alexandre de Moraes de novo, diz jornal

O governo dos Estados Unidos considera adotar novas sanções contra o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, publicou o jornal britânico Financial Times neste domingo, 16.

De acordo com fontes ouvidas pela publicação, a discussão voltou à baila em meio à deterioração das relações diplomáticas com os norte-americanos e a operação da Polícia Federal na última terça-feira, 11, mirando as fontes de um jornalista que publicou reportagens sobre o ministro Flávio Dino. Para integrantes da administração de Donald Trump, o ministro teria infringido o direito de liberdade de expressão.

Uma possibilidade é a reinclusão de Moraes na Lei Magnitsky, que prevê o congelamento de eventuais bens nos Estados Unidos, além de proibir empresas norte-americanas de fazerem negócios com ele. Moraes já havia sido sancionado pelo mecanismo em julho do ano passado, mas o governo norte-americano retirou a punição em dezembro. Durante o período da sanção, o ministro ficou sem poder usar cartões de crédito de bandeiras estrangeiras, como Visa e Mastercard.

Ainda de acordo com o Financial Times, não está claro se e quando as sanções serão impostas, mas elas fariam parte de uma escalada nas tensões entre Brasil e Estados Unidos. As relações entre os dois países, que tem mais de 200 anos, passa por uma baixa inédita, em meio ao tarifaço imposto pelos norte-americanos às importações brasileiras, a revogação do visto da embaixadora brasileira Maria Luiza Viotti e a rejeição da entrada de enviados do governo norte-americano no Brasil por suspeita de tentativa de interferência nas eleições.

Na última quinta, 13, o governo brasileiro abriu o processo para avaliar a aplicação da Lei da Reciprocidade Econômica contra os Estados Unidos, em retaliação ao tarifaço.

O governo dos Estados Unidos considera adotar novas sanções contra o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, publicou o jornal britânico Financial Times neste domingo, 16.

De acordo com fontes ouvidas pela publicação, a discussão voltou à baila em meio à deterioração das relações diplomáticas com os norte-americanos e a operação da Polícia Federal na última terça-feira, 11, mirando as fontes de um jornalista que publicou reportagens sobre o ministro Flávio Dino. Para integrantes da administração de Donald Trump, o ministro teria infringido o direito de liberdade de expressão.

Uma possibilidade é a reinclusão de Moraes na Lei Magnitsky, que prevê o congelamento de eventuais bens nos Estados Unidos, além de proibir empresas norte-americanas de fazerem negócios com ele. Moraes já havia sido sancionado pelo mecanismo em julho do ano passado, mas o governo norte-americano retirou a punição em dezembro. Durante o período da sanção, o ministro ficou sem poder usar cartões de crédito de bandeiras estrangeiras, como Visa e Mastercard.

Ainda de acordo com o Financial Times, não está claro se e quando as sanções serão impostas, mas elas fariam parte de uma escalada nas tensões entre Brasil e Estados Unidos. As relações entre os dois países, que tem mais de 200 anos, passa por uma baixa inédita, em meio ao tarifaço imposto pelos norte-americanos às importações brasileiras, a revogação do visto da embaixadora brasileira Maria Luiza Viotti e a rejeição da entrada de enviados do governo norte-americano no Brasil por suspeita de tentativa de interferência nas eleições.

Na última quinta, 13, o governo brasileiro abriu o processo para avaliar a aplicação da Lei da Reciprocidade Econômica contra os Estados Unidos, em retaliação ao tarifaço.

Com Veja

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