O julgamento que teve início na última segunda-feira (1), foi adiado para a próxima quarta-feira (3), e pode resultar na cassação do senador Sérgio Moro. A decisão foi a pedido do desembargador José Rodrigo Sade, depois que o relator do caso, o desembargador Luciano Carrasco Falavinha Souza, apresentou o relatório por duas horas e quinze minutos nesta segunda-feira (1).
A defesa alegou que não existe precedente para gastos durante a pré-campanha e que ele foi eleito no Paraná pela popularidade conquistada durante o julgamento da Operação Lava-Jato. “Não tem como prestar conta de pré-campanha. Nem o Moro e nem ninguém”, afirma.
O relator defende que “não se constatam indícios mínimos dos crimes” e votou as demandas como improcedentes.
O senador é denunciado por abuso de poder econômico, uso de caixa 2 e utilização indevida de meios de comunicação nas eleições de 2022. As Ações de Investigação Judicial Eleitoral (AIJEs) foram apresentadas pelo PL e pela Federação Brasil da Esperança, composta por PCdoB, PV e PT.
Blog do Alisson Nascimento





