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Médico não vê ‘sinais de intoxicação’ em caso de mulher que morreu após comer pizza

A necropsia realizada no corpo da mulher que morreu após consumir alimentos em uma pizzaria de Pombal, na última segunda-feira (16), não identificou sinais clássicos de intoxicação alimentar. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (20) pelo diretor do Núcleo de Medicina e Odontologia Legal (Numol) de Cajazeiras, Luís Rustenis.

De acordo com o perito, durante o exame não foi constatada, em nenhum órgão, evidência típica de intoxicação alimentar. No entanto, a investigação segue em andamento e exames complementares já foram solicitados.

“Durante a necropsia não foi evidenciado em nenhum órgão algum sinal clássico de intoxicação. Nós solicitamos exames toxicológicos, fizemos a coleta de material biológico para fazer uma pesquisa de substâncias exógenas que possam ser encontradas e que possam ter relação com esse caso”, disse o diretor.

Ainda segundo o diretor do Numol, o prazo legal para a conclusão dos laudos periciais é de até 10 dias, conforme o Código de Processo Penal, mas pode ser estendido diante da complexidade e da demanda dos exames. A expectativa é que os resultados sejam finalizados em até 30 dias.

Com a conclusão da necropsia e do exame toxicológico, o laudo definitivo será encaminhado para investigação.

O caso

O episódio ocorreu após a vítima consumir alimentos em uma pizzaria da cidade. O proprietário do estabelecimento, La Favoritta, Marcos Antônio, afirmou que está colaborando com as investigações. Ele declarou que desconhece o que pode ter causado o ocorrido e lamentou tanto a morte da cliente quanto os relatos de outras pessoas que também passaram mal após consumir produtos do local.

MaisPB

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