Nesta terça-feira (7), o corregedor-geral eleitoral, ministro Benedito Gonçalves, negou o pedido feito pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro, juntamente com a do seu vice durante as eleições de 2022, Braga Netto, para rever a decisão de incluir a minuta na investigação contra eles no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A minuta foi incluída em uma ação de investigação contra Jair Bolsonaro a pedido do PDT. Os advogados de Bolsonaro e de Braga Netto haviam alegado que o documento era “apócrifo” e que não foi encontrado com nenhum dos dois. A defesa alegou ainda que não há nenhum elemento que indique que o ex-presidente e seu vice participaram da elaboração da minuta.
Lembrando que o documento, que pode ser considerado inconstitucional, foi encontrado com o ex-ministro da Justiça do governo Bolsonaro e ex-secretário de Segurança do Distrito Federal, Anderson Torres.
Benedito Gonçalves alegou que o documento tem conexão com a investigação e negou que, nesse momento do processo, não seria mais possível apresentar provas novas, como alegou a defesa.
Além disso, o ministro citou também o relato do senador Marcos do Val (Podemos-ES), sobre o possível plano golpista arquitetado pelo ex-deputado Daniel Silveira junto com o ex-presidente Jair Bolsonaro, para gravar uma conversa com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes.
Blog do Alisson Nascimento





